Acaba de ganhar 2-1 ao Valência, já empatou em casa com o Real Madrid e no Camp Nou com o Barcelona.
Tive a oportunidade de ver a fase final do jogo contra o Valência e pareceu-me uma equipa muito sólida a defender. O Valência dominava o jogo, mas no último terço não conseguia encontrar espaço para concluir as jogadas.
O treinador é Michael Laudrup, que assim volta a Espanha (já esteve no Getafe como treinador), Nunes é o capitão e tem em De Guzman, Cavenaghi e Gonzalo Castro as suas principais figuras.
Assim que puder rever, irei fazê-lo para poder fazer uma análise mais detalhada.
sábado, 23 de outubro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
Dortmund - a voltar ao que já foi?
Acabado de ver o jogo Dortmund - St. Pauli, fico com uma sensação muito positiva em relação à equipa do Dortmund. O ataque é muito rápido e com bom toque de bola.
O treinador relativamente jovem, Jürgen Klopp (43 anos) parece ter encontrado uma fórmula de sucesso com jogadores também eles jovens. É bom de ver esta equipa, porém ficou-me a dúvida quanto à qualidade defensiva da mesma.
Meio-Campo e Ataque:
É composto por jogadores muito interessantes. Bender (21 anos), mais posicional e com mais preocupações defensivas, Sahin (22), o senhor da batuta, Götze (18) e Grosskreutz (22) alas que também são muito fortes no jogo interior, Kagawa (21), a desequilibrar entre-linhas e Barrios (25), finalizador mas também bom de bola.

Além destes 6 jogadores, contam também com Kuba (24), extremo que joga mais na linha do que Gotze e Grosskreutz, tornando o jogo mais vertical e Lewandowski (22), também ele um bom finalizador. Não esquecendo Zidan (28) que se encontra lesionado e o capitão Kehl (30).
A rever.
O treinador relativamente jovem, Jürgen Klopp (43 anos) parece ter encontrado uma fórmula de sucesso com jogadores também eles jovens. É bom de ver esta equipa, porém ficou-me a dúvida quanto à qualidade defensiva da mesma.
Meio-Campo e Ataque:
É composto por jogadores muito interessantes. Bender (21 anos), mais posicional e com mais preocupações defensivas, Sahin (22), o senhor da batuta, Götze (18) e Grosskreutz (22) alas que também são muito fortes no jogo interior, Kagawa (21), a desequilibrar entre-linhas e Barrios (25), finalizador mas também bom de bola.

Além destes 6 jogadores, contam também com Kuba (24), extremo que joga mais na linha do que Gotze e Grosskreutz, tornando o jogo mais vertical e Lewandowski (22), também ele um bom finalizador. Não esquecendo Zidan (28) que se encontra lesionado e o capitão Kehl (30).
A rever.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Equipas portuguesas e as competições europeiras - Notas
Benfica
A primeira equipa portuguesa a apresentar-se nas competições europeias, tinha pela frente uma equipa teoricamente acessível e impôs o seu jogo (ainda não bem definido). De destacar as substituições de cariz defensivo não muito habituais de Jorge Jesus. Também fica um nome para futuras observações: Gil Vermouth. Na ala não parecia fazer muita diferença, mas no meio nota-se que é um jogador com mais capacidade que o resto da sua equipa, principalmente nas decisões e qualidade de passe.
Braga
Depois das vitórias nas eliminatórias contra Celtic e Sevilha, pensava-se que o Braga podia criar problemas ao Arsenal e, quem sabe, sair de lá com pontos. Não aconteceu. Não fiquei desiludido com o Braga. Arsenal é obviamente mais forte e tem ambições muito maiores. Fiquei um pouco desiludido com Domingos. Pensei que conseguisse preparar melhor a equipa a nível defensivo. Esperam-se melhores exibições nos próximos jogos da Liga dos Campeões e que calem as más línguas inglesas no jogo em casa.
Sporting
Voltou ao esquema da pré-época no, teoricamente, jogo mais difícil desta fase da Liga Europa. Parece ser o que "cria" melhor futebol e consegue aliar o bom futebol a resultados positivos. Esperemos que mantenha a aposta nestes jogadores e não faça regressar Lièdson e Maniche ao onze inicial nos próximos jogos. Nota positiva para Torsiglieri que pareceu mais móvel do que se supunha para alguém com a sua envergadura e, obviamente, para Hazard. O Lille melhorou exponencialmente quando ele entrou em campo e o Sporting sentiu muitas dificuldades para o travar.
Porto
Tem pormenores de bom futebol (futebol de topo, por vezes), mas ainda tem que melhorar. Em muitas alturas fica a sensação que não há alternativas de passe e torna-se previsível. No entanto, tal como nos últimos jogos, jogou quanto baste para ganhar o jogo e impor o seu estilo. Ficamos à espera de melhorias, mas é bom ver que soluções não faltam, principalmente no meio-campo e nas alas. De destacar a diferença entre Fucile e Sapunaru. Fucile é muito melhor com bola e integra-se melhor nos movimentos atacantes. O estilo de jogo do Porto depende muito da envolvência de todos os seus jogadores no processo de construção de jogo e com Fucile fica a ganhar claramente.
A primeira equipa portuguesa a apresentar-se nas competições europeias, tinha pela frente uma equipa teoricamente acessível e impôs o seu jogo (ainda não bem definido). De destacar as substituições de cariz defensivo não muito habituais de Jorge Jesus. Também fica um nome para futuras observações: Gil Vermouth. Na ala não parecia fazer muita diferença, mas no meio nota-se que é um jogador com mais capacidade que o resto da sua equipa, principalmente nas decisões e qualidade de passe.
Braga
Depois das vitórias nas eliminatórias contra Celtic e Sevilha, pensava-se que o Braga podia criar problemas ao Arsenal e, quem sabe, sair de lá com pontos. Não aconteceu. Não fiquei desiludido com o Braga. Arsenal é obviamente mais forte e tem ambições muito maiores. Fiquei um pouco desiludido com Domingos. Pensei que conseguisse preparar melhor a equipa a nível defensivo. Esperam-se melhores exibições nos próximos jogos da Liga dos Campeões e que calem as más línguas inglesas no jogo em casa.
Sporting
Voltou ao esquema da pré-época no, teoricamente, jogo mais difícil desta fase da Liga Europa. Parece ser o que "cria" melhor futebol e consegue aliar o bom futebol a resultados positivos. Esperemos que mantenha a aposta nestes jogadores e não faça regressar Lièdson e Maniche ao onze inicial nos próximos jogos. Nota positiva para Torsiglieri que pareceu mais móvel do que se supunha para alguém com a sua envergadura e, obviamente, para Hazard. O Lille melhorou exponencialmente quando ele entrou em campo e o Sporting sentiu muitas dificuldades para o travar.
Porto
Tem pormenores de bom futebol (futebol de topo, por vezes), mas ainda tem que melhorar. Em muitas alturas fica a sensação que não há alternativas de passe e torna-se previsível. No entanto, tal como nos últimos jogos, jogou quanto baste para ganhar o jogo e impor o seu estilo. Ficamos à espera de melhorias, mas é bom ver que soluções não faltam, principalmente no meio-campo e nas alas. De destacar a diferença entre Fucile e Sapunaru. Fucile é muito melhor com bola e integra-se melhor nos movimentos atacantes. O estilo de jogo do Porto depende muito da envolvência de todos os seus jogadores no processo de construção de jogo e com Fucile fica a ganhar claramente.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Futebol é isto! - A essência
Joguem os titulares ou os suplentes, parecem todos afinados pelo mesmo diapasão e maravilham-nos sempre que jogam. É, realmente, més que un club.
As bases, tal como falei noutro post (http://futeboleisto.blogspot.com/2010/07/europeu-sub-19-portugal-vs-espanha-as.html) estão lá e devo acrescentar duas que na altura me esqueci, mas são tão ou mais importantes que as outras: movimentação sem bola e temporização (capacidade de decisão).
As bases, tal como falei noutro post (http://futeboleisto.blogspot.com/2010/07/europeu-sub-19-portugal-vs-espanha-as.html) estão lá e devo acrescentar duas que na altura me esqueci, mas são tão ou mais importantes que as outras: movimentação sem bola e temporização (capacidade de decisão).
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Braga: Grande? - Economia e Futebol
Será que já é grande? Se não, o que lhe falta para ser?
Não vou responder a estas perguntas, até porque não sei muito bem qual a linha que separa os grandes dos outros.
Então surge outra pergunta: o Braga ganha alguma coisa em ser grande?
Em algumas coisas ganha, noutras não. Penso por exemplo, na publicidade, direitos televisivos, marketing, etc. Isto é, nos factores económicos parece ser vantajoso. Porém, pensando nos factores desportivos podemos ser levados ao reverso da medalha. Pressão, exigência de resultados, peso das derrotas (ou resultados menos positivos), entre outros, aumentam significativamente.
Tendo em conta que o Braga já nos mostrou que o factor desportivo ainda é mais forte que o factor económico, seria bom para o Braga manter-se não-grande. Obviamente que com isto não quero dizer que o Braga deva ser pequeno. Mas ficar na zona de transição entre ambos parece ser a situação ideal. Ser constantemente um outsider que retira dividendos económicos e (espera-se) futebolísticos é o melhor para esta equipa crescer. Para se ser grande com alguma estabilidade é preciso dar tempo ao tempo.
3 palavras-chave para se tornar grande: tempo (/paciência, não sendo um jogo de palavras com o nome do treinador), resultados e planificação.
Tempo para crescer com estabilidade, resultados positivos continuados (principalmente participação em competições europeias) e planificação a curto, médio e longo prazo para evitar dissabores (não sendo impossíveis de evitar, podem ser reduzidas as suas consequências ou pode ser obtida uma solução que, por exemplo, transforme uma situação negativa numa positiva e falo claramente no caso da colmatação da saída de jogadores importantes)
Ah e não me podia esquecer,
Parabéns ao Braga! E continuem a dar-nos motivos de orgulho.
Não vou responder a estas perguntas, até porque não sei muito bem qual a linha que separa os grandes dos outros.
Então surge outra pergunta: o Braga ganha alguma coisa em ser grande?
Em algumas coisas ganha, noutras não. Penso por exemplo, na publicidade, direitos televisivos, marketing, etc. Isto é, nos factores económicos parece ser vantajoso. Porém, pensando nos factores desportivos podemos ser levados ao reverso da medalha. Pressão, exigência de resultados, peso das derrotas (ou resultados menos positivos), entre outros, aumentam significativamente.
Tendo em conta que o Braga já nos mostrou que o factor desportivo ainda é mais forte que o factor económico, seria bom para o Braga manter-se não-grande. Obviamente que com isto não quero dizer que o Braga deva ser pequeno. Mas ficar na zona de transição entre ambos parece ser a situação ideal. Ser constantemente um outsider que retira dividendos económicos e (espera-se) futebolísticos é o melhor para esta equipa crescer. Para se ser grande com alguma estabilidade é preciso dar tempo ao tempo.
3 palavras-chave para se tornar grande: tempo (/paciência, não sendo um jogo de palavras com o nome do treinador), resultados e planificação.
Tempo para crescer com estabilidade, resultados positivos continuados (principalmente participação em competições europeias) e planificação a curto, médio e longo prazo para evitar dissabores (não sendo impossíveis de evitar, podem ser reduzidas as suas consequências ou pode ser obtida uma solução que, por exemplo, transforme uma situação negativa numa positiva e falo claramente no caso da colmatação da saída de jogadores importantes)
Ah e não me podia esquecer,
Parabéns ao Braga! E continuem a dar-nos motivos de orgulho.
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