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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Observação: Chile

1. Onze (vs Inglaterra)
Noutros jogos já alinharam em diferentes tácticas (de acordo com o site transfermarkt), nomeadamente em 4-3-1-2 e 3-5-2. O 4-3-1-2 parece-me o mais interessante. Beausejour não acrescenta muita qualidade a nível técnico, apesar de ser um jogador rápido e que cumpre defensivamente. Trocar Vargas para a ala e jogar com um falso PL (ou um MO e 2 avançados declarados), seja ele Matías ou Valdivia parece mais interessante. E cria espaço para mais um médio, coisa que não falta a esta selecção: Arturo Vidal, Carlos Carmona, David Pizarro, Bryan Rabello e Felipe Gutiérrez são algumas das opções.

2. Golo: paciência e velocidade misturadas. Jogar de um lado, atrair o adversário, atacar no outro.


3. Jogada de perigo: Muita alternância entre o passe curto e longo, entre passe e drible, tal como já se tinha visto no lance do golo.


4. Riscos: 2 jogadas de perigo causadas por problemas na saída de bola curta. González é um problema para o Chile!

sábado, 12 de outubro de 2013

Observação: Inter (Editado)

Queria ver a Roma das 7 vitórias em 7 jogos, mas como não tem processos muito diferentes do comum, virei a minha atenção para o Inter de Mazzarri.

1. Sistema. Mais um daqueles casos que é difícil de definir. Começando pelo mais simples: em ataque organizado aproxima-se de um 3-5-2 com um avançado, Ricky Álvarez, com muita liberdade de movimentos, tornando-se muitas vezes num 3-6-1.
vs Roma
 2. Ataque. Aqui, olho apenas a 3 situações: pontapé de baliza, organização após recuperação e organização com bola próxima do meio-campo.
Pontapé de baliza.
Após recuperação de bola, fruto do posicionamento defensivo de Pereira e Taider,
a organização é diferente da "final".
No seguimento de uma falta: Álvarez, muito solto, aparece em todas as zonas do meio-campo ofensivo
3. Defesa: Aqui é que as coisas ficam interessantes. Tradicionalmente, e como foi visto no caso da Juventus, as equipas que atacam com 3 defesas, defendem com 5 (esses 3 mais os alas), mas não é isso que Mazzarri faz.
Defesa a 4! Pereira fecha na esquerda. Nagatomo na 2ª linha.
Faltava saber o que acontecia quando a bola era perdida do lado esquerdo: mantinha-se Pereira a juntar-se aos defesas ou ficava ele na contenção/cobertura e a equipa fazia a adaptação do lado "fraco"? Não tenho nenhuma imagem clara com a bola perdida nessa zona, mas invariavelmente é Pereira que aparece na linha da defesa e Nagatomo na linha de médios. Por exemplo, no seguinte lance (bola perdida por Álvaro Pereira a sair da linha de 4):
Rolando, fora da imagem, está como "lateral direito".
Primeira fase de organização defensiva é a tradicional composição de um 4-4-2.
4. Erros e golos sofridos.
O 1-0 inicia-se na imagem que está em cima (que mostra a primeira fase de organização defensiva).
Entre o primeiro e o segundo golo, surgiram alguns lances de perigo, como é este caso em que Taider comete um erro infantil que ainda consegue corrigir no limite.
2-0. Juan sai a jogar, tenta entrar no bloco da Roma, mas perde a bola. Strootman faz um passe longo para Gervinho que em clara inferioridade numérica ganha penálti... Totti marca o segundo. Muito mal Pereira, bem Cambiasso a ocupar a posição de Juan.
3-0. No seguimento de um canto e de um excelente trabalho de Totti, contra-ataque da Roma.
Editado:
Como escrevi nos comentários, a preocupação não parece ser o espaço à frente da defesa, mas a presença de Totti.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Observação: Atlético de Madrid

O jogo observado foi o encontro da LC At. Madrid vs Zenit. O At. Madrid não contou com Diego Costa e Raul Garcia. Nos seus lugares jogaram Adrián e Arda Turan.

1. Sistema. A defender é evidente: 4-1-4-1. O ataque será explorado nos pontos seguintes.
vs Zenit
Muita organização, linha quase perfeita.

2. Transição ofensiva com processo interessante. Primeiro, comparando o que foi dito acima e as imagens anteriores com as posições médias disponibilizadas pela UEFA notam-se algumas diferenças.

Primeiros 15 minutos de jogo: Arda Turan no meio. O resto sensivelmente igual ao mostrado.
Primeira Parte (e sensivelmente igual às posições médias no final): já não se nota tanto a alteração
da posição de Arda Turan, mas ainda parece estranho.

Então, qual a razão deste posicionamento?

Lance no seguimento de uma recuperação de bola
Lance no seguimento de um pontapé de baliza,
com condução para o corredor central.

Em transição ofensiva, Turan faz uma diagonal da direita para o corredor central ou mesmo para o lado esquerdo.
Do lado contrário, não há esse movimento. Adrián limita-se a juntar-se a Villa no meio. Quem se aproxima mais desse movimento é Koke. Como interior esquerdo aparece muitas vezes em zonas mais próximas do corredor direito, mesmo em organização.

3. Organização Defensiva. Bloco baixo, muito central. Lentidão a "bascular", torna fácil a entrada da bola no corredor lateral quando a passe é feito de posições recuadas, principalmente no lado de Turan.
Início da jogada do lado direito ofensivo, passe para corredor central
 e depois o passe é feito para Ansaldi que recebe junto à linha lateral e
consegue conduzir para o meio no espaço entre-linhas.

Outra movimentação normal da equipa em organização defensiva é a saída do interior do lado da bola na contenção. Quando isso acontece, Suárez dá cobertura ocupando a posição deixada pelo colega na linha do meio-campo e no caso de Suárez ficar mais próximo desse interior, o outro ocupa a posição "6".
Koke sai à bola, Suárez ocupa a sua posição na linha.
Koke contém, Suárez dá cobertura a Koke e Gabi dá cobertura a Suárez.

Equipa com processos interessantes tanto defensivos como ofensivos. A entrada de Diego Costa não altera muito os processos (Villa ocupa a posição de Adrián e Costa a de Villa), mas gostava de ver com Raúl García se a dinâmica que Arda executa também acontece.


PS: A intenção era fazer vídeos para tornar mais perceptível a análise a alguns movimentos, mas tive alguns problemas com o editor e decidi deixar com as imagens para não atrasar mais a publicação do texto.

Nota não relacionada: Um comentário (ao texto sobre os coeficientes da UEFA) não foi publicado quando foi enviado por não ter recebido mail associado ao mesmo. Só ontem o encontrei na página de moderação e aceitei.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Observação: Juventus

Sem mexer muito no plantel, a Juventus continua a ser o maior candidato ao título em Itália. Decidi ver o jogo com a Lázio para ver como estava a equipa este ano.

1. Sistema: 3-5-2 em ataque, 5-3-2 em defesa. Igual ao ano passado, agora com Tévez no onze e neste jogo com Pogba no lugar de Marchisio.
Lichsteiner e Asamoah encarregues de todo o corredor.
Vidal é o elemento mais móvel na zona central.
2. Problemas com movimentações horizontais na segunda linha. Tradicionalmente, lateral do lado da bola sai ao extremo, interior do lado da bola sai ao lateral, Pirlo sai ao jogador na zona central. Quando a bola vem da ala para o interior, tem que existir uma dinâmica de compensações executada rapidamente. Mas mesmo que seja perfeitamente executada, há um problema: se o interior do lado oposto e o lateral estão a reduzir espaços no meio e não há extremos (nem nenhum dos avançados recua), então o lateral (ou extremo) adversário do lado oposto consegue receber a bola com muita liberdade quando é feita uma mudança de lado de jogo. Como se pode ver no lance do golo da Lazio, Pogba fica com 2 opções: ou fecha no meio e dá muito espaço a González ou fica mais próximo da lateral e dá o meio a Hernanes. Acabou por ficar a meio caminho e Hernanes rematou, no ressalto Klose marca. Também Pirlo não fica muito bem na imagem. Com cobertura a Vidal assegurada, procurou tapar a linha de passe para Hernanes, mas chegaram dois passos atrás por parte do brasileiro para retirar Pirlo da jogada. Contra uma equipa de bons rematadores de meia distância é muito perigoso e logo a seguir ao golo, a Lazio criou 2 situações de perigo por Lulic e Radu (também no vídeo). Não sou grande fã deste sistema de jogo e resolvia esta situação trocando-o. Ainda assim, outra maneira de o resolver poderia ser com a presença do lateral do lado oposto na linha de meio-campo. Ficariam duas linhas de 4 jogadores, o que tornaria muito mais fácil cobrir todo o espaço (na horizontal).

3. Organização Ofensiva: as entradas de Vidal e a estranha adaptação da Lázio à Juventus. Tremenda a importância do chileno na criação de situações de perigo, como se pode ver no vídeo abaixo.



Estranha a tentativa de encaixe da Lazio na Juventus...
Pirlo e os centrais com muita liberdade, não é pois de estranhar que Bonucci tenha feito 2 assistências. E Hernanes a seguir Vidal é tarefa hercúlea. Também não se estranham os dois golos do chileno. Pode-se ver também no último vídeo (pausando aos 45 segundos) que a distância entre Lulic (que está na linha defensiva no segundo golo) e Radu é enorme. Se Radu não tem como obrigação estar perto de nenhum dos avançados, poderia preocupar-se mais com as entradas de Vidal, aproximando-se mais de Lulic, e também Lulic deveria procurar defender mais interior.

sábado, 7 de setembro de 2013

Observação: Dnipro

Jogadores talentosos e um treinador com grande historial reunidos numa equipa. Resolvi então ver o que mostrava o Dnipro da Liga Ucraniana.

1. Sistema: 4-4-2 (vs Shakhtar)
Seleznev (11), Zozulya (18);
Konoplyanka (10), Rotan (29), Kankava (6), Matheus (99);
Strinic (17), Cheberyachko (14), Mazuch (3), Fedetsky(44);
Boyko (71)

2. Muita agressividade dos 2 avançados: Seleznev e Zozulya. Não tenho informações estatísticas, mas são bem capazes de acabarem todos os jogos amarelados. Não desistem de nenhum lance, exagerando por vezes na agressividade (tornando-se violência). Podia ser um factor melhor trabalhado/aproveitado por Juande Ramos.

3. Primeira fase de organização defensiva. No jogo observado, houve muita dificuldade do Shakhtar para entrar no bloco pela zona central. 3 linhas bem definidas: 4 defesas, 4 médios, 2 avançados. Extremo do lado em que está a bola aproxima-se do lateral.
Nota-se alguma intenção de não deixar a bola sair pelo médio centro mais criativo (Stepanenko tinha liberdade para receber, mas Alex Teixeira era pressionado). Mais estranha parece a relação espacial entre os 2 médios centro: Rotan e Kankava. Como se vê no último momento mostrado no vídeo acima, abriram muito espaço na zona central. Não foi constante e poderá ter sido algum erro individual, ainda assim, é uma situação a rever. Para solucionar esta situação, a posição do avançado do lado contrário ao da bola podia ser revista, recuando para uma posição mais central.

Possível solução para evitar entrada no bloco através do espaço entre os 2 médios centro

4. Dupla Rotan-Kankava: muito interessante. Kankava mais posicional e defensivo, Rotan mais organizador de jogo. Ambos confortáveis com a bola, especialmente Rotan. Grande jogador que passou ao lado dos clubes da Europa Ocidental. Ambos fizeram toda a carreira na liga Ucraniana. Em fase final de carreira é pouco provável que isto se altere. Boa notícia para os adeptos do Dnipro.

5. Talento em abundância. Não é só a dupla do meio-campo que é talentosa. Neste jogo jogaram nas alas Matheus (ex-Braga) e Konoplyanka, mas normalmente joga Giuliano no lugar de Matheus. Ao contrário de Rotan e Kankava, ambos têm 23 anos e poderão ter uma oportunidade num palco maior nas próximas épocas. Também na frente a dupla Seleznev-Zozulya oferece muito mais que agressividade. Bruno Gama e Kalinic são outras opções de qualidade.

6. Organização Ofensiva: estranho a intenção de deixar a dupla de médios muito longe dos 4 jogadores mais avançados. Por vezes, lembra o Benfica de Jorge Jesus com a opção pelo jogo exterior e pela necessidade de resolver problemas através das individualidades. Mais uma vez a minha opinião é que não é necessário pelo talento dos jogadores.
Os 2 médios centro normalmente ficam atrás dos laterais.
Laterais normalmente dão largura e extremos jogam mais por dentro.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Observação: Fulham

O plantel do Fulham chama a atenção. Não é de Champions, mas parece bem capaz de incomodar muitas dessas equipas. Este ano entraram Taarabt, Scott Parker, Amorebieta, Bent, Sketelenburg e Derek Boateng. Nas saídas contam-se Petric, Schwarzer e Diarra.
Partindo destas informações, decidi ver com atenção o jogo Fulham-Arsenal. Deixo aqui algumas observações ao modelo de jogo.

Equipas Iniciais:
Fulham (4-4-1-1): Stockdale; Riether, Hughes, Hangeland, Riise; Duff, Parker, Sidwell, Taraabt; Kasami; Berbatov.
Arsenal (4-3-3): Szczesny; Jenkinson, Sagna, Mertesacker, Gibbs; Ramsey, Rosicky, Cazorla; Podolski, Walcott, Giroud.

1. Primeira fase de pressão: Berbatov destacado, Kasami nas suas costas e o médio do lado da bola sai da linha de 4 (na imagem, Parker já está a recuperar a posição e sai Sidwell). É difícil definir isto como um comportamento da equipa. Berbatov torna-o difícil. Tanto pressiona em cima, como "descansa". Tanto é Kasami a sair ao portador como Berbatov. Tudo parece dependente da vontade do búlgaro.
2. Distância entre lateral e central: nota-se alguma referência ao opositor por parte do lateral Riether. Neste caso é Podolski, noutras situações do jogo Podolski joga mais interior e a preocupação é Gibbs. Duff preocupa-se sempre em fechar a zona central aproximando-se de Parker.
3. Berbatov no lado direito após uma transição ofensiva falhada. Parece algo recorrente a presença de Berbatov no lado oposto ao da bola. Mais uma vez, é difícil perceber se é idealizado pelo treinador ou se é vontade do búlgaro.
4. Mais uma vez, um médio centro sai da linha. A bola veio do lado esquerdo (defensivo) para o meio, mas é Parker que sai. Pode ter sido preocupação de Sidwell com Walcott ou simplesmente por uma questão de proximidade que o médio centro do lado da bola não saiu. Aqui Kasami seguiu Cazorla do meio para a ala e Berbatov aproxima-se do meio, mas ainda está longe, logo Rosicky e Ramsey (assim como a linha defensiva) têm total liberdade.
5. Na saída de bola em organização, um dos médio aproxima-se dos centrais. Neste caso é Parker.
6. Quando Parker sai, Sidwell recua.
7. Como é tradicional dos treinadores britânicos, o espaço entre a linha de 4 defensiva e do meio-campo tem uma ocupação deficiente. Aqui pode haver 2 interpretações. Ou a linha defensiva devia estar mais subida, com a resposta à subida de Gibbs a ser feita frontalmente por Riether e lateralmente por Duff (neste caso é Duff que se aproxima da contenção e Riether a ficar na cobertura) ou então com Duff na contenção e a linha do meio-campo mais próxima da baliza que Duff. Também se nota que a preocupação de Taraabt em diminuir a distância ao médio mais próximo é bastante menor que a de Duff.
8. Preocupação de Parker com a movimentação de Ramsey abre a linha de passe para Podolski (marcado com uma oval). Duff demasiado aberto, numa das poucas ocasiões em que não estava próximo de Parker.
9. Espaço entre-linhas desocupado, linha de passe aberta e muita qualidade técnica de Cazorla. A bola entra fácil em Podolski que remata, mas a bola desvia em Hughes. Parker limitou-se a seguir Ramsey...
10. Berbatov fixou em Sagna, Kasami saiu a Mertesacker e ficou um espaço enorme entre as 2 linhas.
11. Taraabt é ultrapassado e não recupera a posição, bola entra em Rosicky que isola Walcott ao primeiro toque. Riether demorou muito tempo a subir e Walcott fica em jogo. Repare-se também na posição dos apoios de Riise. A preocupação do norueguês é a linha de fundo, virando as costas à zona central...
12. Ramsey, entre-linhas, recebe, roda e remata sem oposição. Remate sai fraco, mas vai ter a Giroud que desvia do GR e marca. Taraabt muito aberto, preocupado com o lateral não oferece proteção à saída de Sidwell (Parker bem, no meu entender, a ocupar o espaço à frente da defesa). Nota-se, como já tinha reparado anteriormente, Berbatov no lado oposto ao da bola quando a equipa defende.
13. Num momento em que Sidwell e Parker baixaram, o central Hangeland sai a jogar. Tanto Hangeland como Hughes não são maus com a bola nos pés, mas isso não é aproveitado por Martin Jol, apenas lançamentos longos.
14. Berbatov recua para oferecer linha de passe curto, mas Hangeland procura Duff na lateral. Fulham perde a bola. Nota-se também muitos jogadores à frente da linha da bola. Neste caso são 6: os laterais, os extremos, Kasami e Berbatov. Dificulta imenso a progressão.
15. Linha defensiva desfeita pela preocupação de Riether com Podolski, mas a concentração de jogadores na zona da bola permite a recuperação (só Taraabt não está na imagem e perto da bola contra 4 jogadores do Arsenal). Não é uma situação padrão da equipa. Aconteceu pela aglomeração de jogadores do Arsenal nessa zona e pela má decisão de Ramsey ao não fazer o passe para Walcott que dava linha de passe sobre o exterior.

Em suma, as duas linhas de 4 sem uma presença entre-linhas são um problema grave, principalmente numa altura em que grande parte das equipas adoptam sistemas com um jogador solto atrás do PL (normalmente o 4-2-3-1). A nível individual, Taraabt e Berbatov são preocupações. São génios à sua maneira, principalmente o avançado, mas defensivamente são uma debilidade. Berbatov actua por iniciativa própria, desligado da equipa (por vezes funciona pela sua inteligência), Taraabt raramente percebe as necessidades da equipa e executa em conformidade.
Ao nível do sistema, alterava para um 4-3-3 com maior liberdade para Parker e talvez com Sidwell como pivô (mais difícil é escolher o terceiro médio). Bent e Ruiz no banco são boas opções. Por mim, Ruiz jogava. Seja no lugar de Taraabt ou Kasami.
O Fulham parece ser um típico caso em que o plantel é claramente melhor que o treinador.