domingo, 26 de janeiro de 2014

Notas da Taça da Liga

Rúben Amorim, Rafa Silva, Danilo Dias, Rúben Brígido

São todos jogadores que admiro e espanta-me como não tiveram/têm carreiras melhores. Rúben Amorim varia entre suplente e não convocado; Rafa ainda está a ganhar estatuto em Braga variando entre a posição em que se destaca ("10") e o seu uso como extremo; Danilo Dias só ganhou a titularidade com a lesão de Sami e Rúben Brígido tem uns míseros 75 minutos na Primeira Liga.



Montero

Ouvi-a na rádio o locutor a falar na seca de golos... Continuamos a ver os avançados pela quantidade de golos que marcam e logo em relação a Montero que é claramente muito mais que isso.

João de Deus

Já não é deste tempo encostar a equipa atrás e jogar para o pontinho. Principalmente num jogo "a feijões" contra segundas e terceiras opções (algumas nem isso) ...

Paulo Fonseca

Não sei se foi desespero ou se a razão para as substituições foi lógica. Teve a sorte do jogo e agora será fácil dizer que teve razão nas suas escolhas. Com a equipa do Marítimo a encostar atrás, não acho estranho de todo que Paulo Fonseca tenha pensado que não correria muitos riscos em tirar Fernando, Defour e Maicon.

Quintero

É isto. Mais estranho é que mais de um mês depois continua a sê-lo... Jogou mais recuado porque havia excesso de jogadores na frente, mas as soluções continuam a ser as mesmas: bola longa ou bola em profundidade.

Já agora, aproveito para abordar outro tema: Marcos "Rony" Lopes. Tem nacionalidade portuguesa e brasileira. Não sei as regras para obtenção de nacionalidade inglesa, mas de certeza que é uma possibilidade. Se Portugal não se despacha a "marcar" o jogador, pode perdê-lo e perder um grande valor de futuro. Por mim, chamava-o já no próximo jogo à selecção A.
É estranha a dificuldade dos jogadores portugueses terem oportunidades nos clubes nacionais e vemos Marcos Lopes no City e Bruno Fernandes na Udinese a terem minutos. Será que jogavam se estivessem cá?

Só mais uma última nota: Rúben Alves. Anotem o nome.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Porque o tempo não é muito...

Fica um vídeo de momentos bonitos de futebol. Aqueles momentos que nos apaixonam, mais que tácticas, arbitragens e «politiquices»... Crédito ao seu autor.


O tempo que tenho para ver jogadores, analisar jogos e/ou escrever não é muito. Não termino este espaço porque a sua criação não foi subordinada a uma periodicidade de escrita ou a um público alvo. Assim que tiver mais disponibilidade ou quando sentir necessidade, escreverei neste espaço. Por agora, pouco mais haverá que notas sobre alguns assuntos e a divulgação de alguns vídeos.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Coisa boa do futebol

Interpretações diferentes da mesma jogada, sem necessidade de cair no certo e errado:

O Telmo Frias do Cenas da bola e eu analisámos a mesma jogada. Ficam os vídeos:

Telmo:




Eu:

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Ver Quintero na B para perceber porque não resulta na A

Nem na B, diga-se. De início, Quintero não serve de muito. Parece só existir uma opção: passe em profundidade. Os passes são todos no espaço, não há um passe para o pé. Estranhei ainda mais tão pouco drible para alguém tão dotado...

Quando entra parece outro jogador. Não é. Simplesmente tem o jogo a seu gosto. Normalmente: Porto a dominar, posse de bola perto da área adversária e muitos jogadores há procura de um passe de rotura. 90 minutos disto, não dá.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Liga Portuguesa: Porto (2) vs Braga (0) - Notas

Só hoje consegui ver um pouco do jogo. Escolhi ver a segunda parte pela discussão que se gerou em torno do sistema usado.

1. Porto em 4-3-3 ou algo parecido... Paulo Fonseca terá dito no final do jogo que não alterou o sistema. Possivelmente não deu essa indicação aos jogadores, mas o que foi interpretado por eles em ataque não foi um duplo pivô, Defour mais recuado e Herrera e Carlos Eduardo à frente. Noutros jogos em que o Porto alinhe só com um pivô gostava de ver Lucho no lugar de Defour. Acredito que devidamente apoiado (Herrera-Eduardo parece funcionar bem) seria uma boa posição para ele.

2. Nunca gostei das substituições de Jesualdo e a minha opinião mantém-se. Com a alteração no meio-campo do Porto, o Braga não tinha controlo nenhum sobre o jogo e Jesualdo troca Custódio por Luíz Carlos e Hugo Vieira por Rafa. Escrevo isto antes de ver o que acontece a seguir à substituição, mas posso apostar: pouco muda. Ao contrário de Luíz Carlos, Custódio não é um jogador agressivo e de transições. O trinco português certamente que estará mais confortável numa linha mais recuada, mas faz com que a equipa baixe ainda mais o meio-campo. Com a entrada de Hugo Vieira, declara o contra-ataque como única forma de chegar ao golo. A minha solução: entrada de Custódio para o lugar de Alan e alteração para 4-4-2 losango com Rafa a "10". Possivelmente a troca de Pardo por Hugo Vieira ou Agra, porque não conheço muito bem o colombiano.

3. A alteração no Braga não foi exactamente como pensava. Alan passa para a esquerda, Hugo Vieira encosta na frente: 4-4-2 é evidente. Se achava que não era a melhor opção manter o número de jogadores no meio-campo (e em corredor central), diminuir então...