Bayern (4-3-3): Neuer; Lahm, Boateng, Dante, Alaba; Bastian, Kroos, Muller; Robben, Ribery e Mandzukic.
Bayern só com um pivô: Bastian Schweinsteiger. Bastian a trinco era a primeira dúvida deste novo Bayern. Para já, parece passar no teste.
Robben é importante a dar profundidade mas parece a leste do resto da equipa. Será interessante ver quem Guardiola escolhe para o próximo jogo e, mais interessante ainda, quem escolhe quando Gotze e Thiago estiverem disponíveis.
Na defesa, Dante também não parece totalmente confortável. Javi Martínez não terá jogado por ter feito uma pré-época muito curta e não estar nas melhores condições. É outra dúvida para os próximos jogos.
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| Bastian como pivô único permite mais um jogador ofensivo. |
Gladbach (4-2-3-1): Ter Stegen; Jantschke, Stranzl, Dominguez, Daems; Kramer, Xhaka; Herrmann, Arango, Raffael; Kruse.
De relevo só saiu Mike Hanke e mesmo ele já não era indiscutível. Chegaram Kramer, Raffael e Kruse com entrada direta no onze.
Interessante o uso de Kruse como PL, pois é sobretudo médio ofensivo (/2º avançado no típico 4-2-3-1 alemão). Dá muitas linhas de passe e participa muito na organização de jogo. Servirá mais para este tipo de jogos (em que a equipa é claramente inferior e ataca sobretudo em transições).
Fica por saber como joga o Gladbach contra equipas do seu nível e de nível inferior.
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| Max Kruse como avançado pode até ser uma alternativa na seleção alemã. |
Montpellier (4-2-3-1): Jourdren; Congré, Hilton, Kaoutari, Tiené; Stambouli, Marveaux; Camara, Mounier, Cabella; Herrera.
A parte que vi do jogo, já o Montpellier jogava com 10 e a procurar segurar o resultado. Dificilmente poderia fazer uma leitura correta do que fosse.
PSG (4-4-2): Sirigu; Jallet, Alex, Thiago Silva, Maxwell; Lucas, Verratti, Matuidi, Pastore; Lavezzi e Zlatan.
O problema da época passada mantém-se: demasiada qualidade de jogadores para o meio obriga a jogá-los nas alas. Lucas e Pastore encostados à linha são um desperdício. Por vezes, Pastore e Lavezzi trocavam, mas não chega para melhorar o rendimento coletivo.
A jogar contra 10, Laurent Blanc trocou Verratti por Ongenda. Ongenda na ala, Pastore ao lado de Matuidi. Não resultou porque passou a ter um criativo de baixa intensidade a jogar na linha do meio-campo. Depois tira Lucas para entrar Rabiot, médio centro ao estilo de Verratti. Pastore na ala, Rabiot ao lado de Matuidi. Parecia a tentativa de desfazer o erro, mas agora com muito menos qualidade individual (não necessariamente por Rabiot que é um jogador de muito potencial, mas comparando Ongenda a Lucas).
Antes da expulsão do jogador do Montpellier tinha entrado Cavani por Lavezzi. Não parece muito fácil jogar com Cavani e Zlatan ao mesmo tempo durante 90 minutos. A ver como se entendem e quem sai do onze.
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| Será que a dupla se entende? Se resultar, são garantia de muitos golos. |
Reação à superioridade numérica
A minha ideia seria: se o Montpellier tira o "10" (tirou um extremo, mas passou Cabella para a ala), podia tirar Matuidi que é um jogador para momentos defensivos. Para o lugar dele, Rabiot que tem muito mais qualidade de passe seria o ideal ou então descer Lucas para levar a bola e fazer entrar Ongenda (não vi nada de especial nele, mas foi pouco tempo de jogo e numa situação específica). Nunca Pastore numa zona tão afastada da baliza adversária.